Outra semana e mais uma rodada de injeções loucas de dinheiro e valuations surgiram no campo da IA. A DeepL, uma startup de tradução de linguagem com IA, arrecadou US$ 300 milhões com uma valuation de US$ 2 bilhões; a Scale AI, uma plataforma de marcação de dados para modelos de aprendizado de máquina, garantiu US$ 1 bilhão com sua valuation quase dobrando para US$ 13,8 bilhões; e a H, uma startup francesa trabalhando em seus próprios modelos de IA de fronteira, levantou US$ 220 milhões em uma rodada seed não revelada. Enquanto todos os investidores institucionais tradicionais, como Accel, Index e Y Combinator, estão presentes, esses investimentos destacam a busca corporativa para se envolver na ação enquanto mantêm os reguladores à distância. Esses investimentos são exemplos do investimento corporativo em startups de IA.
O envolvimento das grandes empresas de tecnologia em startups de IA tem se tornado uma grande história nos últimos anos, como no caso da aquisição de participação majoritária da Microsoft na OpenAI. Esses negócios têm atraído escrutínio dos reguladores antitruste na União Europeia e no Reino Unido, com preocupações crescentes de que as Big Tech estão adotando uma nova tática de ‘quase-fusão’ que busca obter controle e influência sobre tecnologias emergentes sem comprá-las completamente. A Microsoft, por exemplo, possui uma participação de 49% na OpenAI, o que pode resultar em investigações antitruste por parte dos reguladores europeus.
Referências:
Big tech companies are plowing money into AI startups, which could help them dodge antitrust concerns
AI Stocks: Best Artificial Intelligence Stocks To Watch Amid ChatGPT Hype
Big Tech Companies Highlight Benefits of AI at European Event
Wall Street Questions Big Tech AI Revenue ‘Round-Tripping’
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